quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ela espera que ele entre pela porta e volte atrás mas ele nunca volta.
Ele é orgulhoso demais pra isso, mas ela também é, mas engole o seu orgulho para o bem dos dois.
Ela pensa no bem dos dois, e ele só em seu próprio bem.
Que espécie é esse de amor que só tem uma mão?
O amor é feito de mão dupla, eterna reciprocidade, um ir e vir que não termina.
Ela no fundo quer se cansar de ficar sentada esperando ele voltar atrás, mas ela não se cansa.
Ela também não entende que tipo de gostar é esse, que aceita ser sempre submissa.
Ele diz que ela é importante pra ele, mas porque será que ela não acredita nisso?
Embora ela goste dele, nada preenche o enorme vazio que existe dentro dela.
Ela era tão feliz, e agora vive andando pelos cantos da casa como se procurasse sempre uma brecha pra se esconder.
Ele age como se não percebesse, mas ela não acredita que ele seja tão ingênuo assim.
No fundo ela acredita que ele prefere não perceber, no fundo ela acredita que um dia tudo isso vai ter um fim, no fundo talvez ela acredite em muitas coisas.
Mas nele, ela não acredita mais.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Em busca da terra do nunca.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Paz, amor e felicidade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Frustração


Expectativas frustradas, nada é como achei que seria.
Que pena.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Quantos amores a gente pode ter em uma única vida?
Digo amores de verdade, não paixões.
Se essa história de alma gêmea existe mesmo, então só podemos amar de verdade uma única vez nessa vida, se existe mesmo uma pessoa que nasce feita para nós, não é possível que a gente ame outras pessoas, pois ai seria se contradizer, e ir contra tudo aquilo que a gente aprende nos filmes, e nas histórias que ouvimos por ai ao decorrer da vida.
Mas como eu vou saber se o amor de verdade é por aquela pessoa que está comigo?
Dizem que quando é a famosa alma gêmea a gente sente, será que sente mesmo?
Eu já achei muitas vezes que aquela pessoa era o amor da minha vida, e achei de verdade, fiz juras de amor e pensei ser pra sempre, até o dia em que acabou e eu vi que não era nada daquilo, e amei outro, e outro, eu já amei tantos e todos pra mim foram muito sinceros, por isso eu pergunto:Será que alguém pode explicar isso, algum médico, psicólogo, cientista, alguma teoria, qualquer alguém que saiba me dar uma resposta coerente?




Tá todo mundo grávido.
Todo mundo que eu conheço está esperando um bebezinho, é isso ai, vida se renovando, gente indo, gente vindo, um reciclar sem fim de pessoas.
Gosto disso, isso gera novas expectativas de mundo, novos sonhos, novas vidas, novas formas de sabedoria.
Infelizmente a vida é isso mesmo, uns tem que ir para dar espaço para outros vir; A morte até então é a única certeza que temos, é meio medonho pensar que nascemos pra morrer, entre os dois extremos entre vida e morte, vem a nossa maneira de ser-estar no mundo, uns aproveitam essa estadia aqui como pode, outros como quer, e tem até uns mais devotos que dizem que vivem como Deus manda, eu não sei sinceramente em qual alternativa eu me encaixo, eu vivo, não sigo um roteiro pré-definido, todo dia eu acordo e vou levando o meu dia, procuro manter (se possível) boas relações com aqueles que me cercam, procuro plantar amor para colher coisas boas, tenho carinho por todas as pessoas e sou feliz com a vida que Deus me deu, não costumo ficar reclamando, pois acredito que o que tem que ser é.
E isso pra mim é o que importa, até chegar o meu dia de ir embora para dar espaço a uma nova vida que se inicia.

sábado, 24 de setembro de 2011


Os casamentos acabam por falta de respeito ou por falta de amor?