sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Até algum dia...

"O amor nunca morre de morte natural. Morre porque nós não sabemos reabastecer sua fonte. Morre de cegueira, erros e traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações e da falta de brilho."

E mais uma vez o amor morreu, as pessoas pecam por amar demais e muitas vezes não saberem se amar, querem ficar junto mas acabam se afastando, e assim fomos, nos quisemos tanto que não soubemos a hora de parar.
E o que era uma linda história se transformou numa tragédia grega, e eu sai de cena, pelo simples fato de não querer que as coisas piorassem, não quis fazer o que estava ruim ficar péssimo, eu apaguei a luz, fechei a porta e fui... Não consegui te enchergar, vi vultos, mas não sabia que eles eram você.
Ou eu preferi não te ver... Todo fim pra uma história de amor é triste, inevitável porque nem sempre ambos estão de acordo, e eu tenho minhas recaídas e sinto sua falta, do seu cheiro, das suas piadas idiotas de duplo sentido, mas eu não quero mais você, assumindo o papel de amor da minha vida, não agora. Acho que é muita responsabilidade pra nos dois. Te deixo livre, te deixo ser, e espero que depois você volte pra mim.

Um comentário:

Fernando Christófaro Salgado disse...

Compreender esta posição é difícil, mas penso que amar de verdade é entender, valorizar e apoiar as decisões que levem a felicidade do outro, mesmo em detrimento de sua própria felicidade.

Bjus,

Fernando.